quinta-feira, 23 de maio de 2013

Arte Grega - João XXIII - Luiz Carlos 8ª


ARTE GREGA

Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se à inteligência, pois os seus reis não eram deuses, mas seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo. A arte grega volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações. Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal. Eles tem como características: o racionalismo; amor pela beleza; interesse pelo Iníciom, essa pequena criatura que é “a medida de todas as coisas”; e a democracia. 
ARQUITETURA
As edificações que despertaram maior interesse são os templos. A característica mais evidente dos templos gregos é a simetria entre o pórtico de entrada e o dos fundos. O templo era construído sobre uma base de três degraus. O degrau mais elevado chamava-se estilóbata e sobre ele eram erguidas as colunas. As colunas sustentavam um entablamento horizontal formado por três partes: a arquitrave, o friso e a cornija. As colunas e entablamento eram construídos segundo os modelos da ordem dórica, jônica e coríntia. 
• Ordem Dórica - era simples e maciça. O fuste da coluna era monolítico e grosso. O capitel era uma almofada de pedra. Nascida do sentir do povo grego, nela se expressa o pensamento. Sendo a mais antiga das ordens arquitetônicas gregas, a ordem dórica, por sua simplicidade e severidade, empresta uma idéia de solidez e imponência 
• Ordem Jônica - representava a graça e o feminino. A coluna apresentava fuste mais delgado e não se firmava diretamente sobre o estilóbata, mas sobre uma base decorada. O capitel era formado por duas espirais unidas por duas curvas. A ordem dórica traduz a forma do Iníciom e a ordem jônica traduz a forma da mulher. 
• Ordem Coríntia - o capitel era formado com folhas de acanto e quatro espirais simétricas, muito usado no lugar do capitel jônico, de um modo a variar e enriquecer aquela ordem. Sugere luxo e ostentação. 

Os principais monumentos da arquitetura grega: 
• Templos, dos quais o mais importante é o Partenon de Atenas. Na Acrópole, também, se encontram as Cariátides Inícionageavam as mulheres de Cária. 
• Teatros, que eram construídos em lugares abertos (encosta) e que compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores. Um exemplo típico é o Teatro de Epidauro, construído, no séc. IV a.C., ao ar livre, composto por 55 degraus divididos em duas ordens e calculados de acordo com uma inclinação perfeita. Chegava a acomodar cerca de 14.000 espectadores e tornou-se famoso por sua acústica perfeita. 
• Ginásios, edifícios destinados à cultura física. 
• Praça - Ágora onde os gregos se reuniam para discutir os mais variados assuntos, entre eles; filosofia.

PINTURA
A pintura grega encontra-se na arte cerâmica. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, esses vasos eram usados para armazenar, entre outras coisas, água, vinho, azeite e mantimentos. Por isso, a sua forma correspondia à função para que eram destinados: 

• Ânfora - vasilha em forma de coração, com o gargalo largo ornado com duas asas; 
• Hidra - (derivado de ydor, água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar; 
• Cratera - tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho (os gregos nunca bebiam vinho puro), etc.

As pinturas dos vasos representavam pessoas em suas atividades diárias e cenas da mitologia grega. O maior pintor de figuras negras foi Exéquias. 

A pintura grega se divide em três grupos: 

• figuras negras sobre o fundo vermelho 
• figuras vermelhas sobre o fundo negro 
• figuras vermelhas sobre o fundo branco 

ESCULTURA
A estatuária grega representa os mais altos padrões já atingidos pelo Iníciom. Na escultura, o antropomorfismo - esculturas de formas humanas - foi insuperável. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, o movimento. 
No Período Arcaico os gregos começaram a esculpir, em mármores, grandes figuras de Inícions. Primeiramente aparecem esculturas simétricas, em rigorosa posição frontal, com o peso do corpo igualmente distribuído sobre as duas pernas. Esse tipo de estátua é chamado Kouros (palavra grega: Iníciom jovem). 
No Período Clássico passou-se a procurar movimento nas estátuas, para isto, se começou a usar o bronze que era mais resistente do que o mármore, podendo fixar o movimento sem se quebrar. Surge o nu feminino, pois no período arcaico, as figuras de mulher eram esculpidas sempre vestidas. 
Período Helenístico podemos observar o crescente naturalismo: os seres humanos não eram representados apenas de acordo com a idade e a personalidade, mas também segundo as emoções e o estado de espírito de um momento. O grande desafio e a grande conquista da escultura do período helenístico foi a representação não de uma figura apenas, mas de grupos de figuras que mantivessem a sugestão de mobilidade e fossem bonitos de todos os ângulos que pudessem ser observados.
Os principais mestres da escultura clássica grega são: 

• Praxíteles, celebrado pela graça das suas esculturas, pela lânguida pose em “S” (Hermes com Dionísio menino), foi o primeiro artista que esculpiu o nu feminino. 
• Policleto, autor de Doríforo - condutor da lança, criou padrões de beleza e equilíbrio através do tamanho das estátuas que deveriam ter sete vezes e meia o tamanho da cabeça. 
• Fídias, talvez o mais famoso de todos, autor de Zeus Olímpico, sua obra-prima, e Atenéia. Realizou toda a decoração em baixos-relevos do templo Partenon: as esculturas dos frontões, métopas e frisos. 
• Lisipo, representava os Inícions “tal como se vêem” e “não como são” (verdadeiros retratos). Foi Lisipo que introduziu a proporção ideal do corpo humano com a medida de oito vezes a cabeças. 
• Miron, autor do Discóbolo - Iníciom arremessando o disco. 

Para seu conhecimento: 
Mitologia: Zeus: senhor dos céus; Atenéia: deusa da guerra; Afrodite: deusa do amor; Apolo: deus das artes e da beleza; 
Posseidon: deus das águas; entre outros. 
Olimpíadas: Realizavam-se em Olímpia, cada 4 anos, em honra a Zeus. Os primeiros jogos começaram em 776 a.C. As festas olímpicas serviam de base para marcar o tempo. 
Teatro: Foi criada a comédia e a tragédia. Entre as mais famosas: Édipo Rei de Sófocles. 
Música: Significa a arte das musas, entre os gregos a lira era o instrumento nacional.



Arte Grega - Música

Quando recitava-se poesia o acompanhamento de alguns instrumentos se tornou comum na Grécia antiga. Era feito geralmente com a lira e mais tarde com um instrumento chamado kithara. Também eram utilisados os de sopro como o aulos e mais tarde uma variedade de objetos de percurção e cordas.
A música era fortemente associada aos deuses e estava presente em diversos dos mitos fundados pela cultura Grega.


Luiz carlos Costa Britto Neto

segunda-feira, 13 de maio de 2013

João XXIII -


3- Que diferença há entre um material fosco e um opaco?

A opacidade é uma propriedade óptica da matéria, que apresenta diversos graus e características. Um material é considerado "opaco" quando não permite a passagem da luz em proporções apreciáveis. É "translúcido" quando permite a passagem da luz, porém de maneira difusa, tornando as formas das imagens transmitidas irreconhecíveis, e é "transparente" quando permite facilmente a passagem da luz

JOão XXIII - Reeducação alimentar


O QUE É REEDUCAÇÃO ALIMENTAR

O QUE É A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR 

A reeducação alimentar é um processo de aprendizagem e de mudança comportamental exercido por meio de orientações nutricionais específicas em que o indivíduo conhece e incorpora hábitos alimentares saudáveis.

A educação é muito mais do que instrução. É um processo que deve ser criado entre educador e educando, tendo como objetivo a construção do conhecimento, seja ele qual for, sobre português, Matemática, história e porque não, nutrição.

Enquanto nas dietas não ocorre uma mudança interna, e ao fim de cada uma as pessoas voltam aos antigos hábitos, na reeducação alimentar as mudanças acontecem de forma tão profunda que se tornam parte do indivíduo.

Por se tratar de um processo de aprendizagem, o paciente, no final do tratamento, torna-se apto a escolher corretamente os alimentos, tanto no aspecto qualitativo quanto no quantitativo, sem deixar de incluir o que faz parte da sua própria cultura.

PARA QUE SERVE A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR


 A reeducação alimentar pode ter vários objetivos: perda ou ganho de peso, controle do colesterol, da glicose ou até de inúmeras outras doenças e situações que exigem uma mudança na alimentação, como por exemplo, a cirurgia bariátrica. Mesmo que você esteja super-saudável e queira apenas manter o peso, a reeducação alimentar é fundamental, pois hoje já temos total certeza da importância da nutrição no bem estar e na qualidade de vida. A ciência da Nutrição evoluiu muito nas últimas décadas e hoje se sabe que a alimentação, aliada ao estilo de vida (exercício, controle do estresse, tabagismo etc.) têm enorme influência na prevenção e controle das doenças crônicas. No entanto, como o prazer pelo alimento tem um significado profundo em nossas vidas, a reeducação alimentar deve otimizar os hábitos alimentares, permitindo ao mesmo tempo alguns prazeres que têm para nós um sentido especial. E, por isso, ela deve ser personalizada, pois o significado afetivo de um alimento é individual para cada um de nós!

Ao longo da vida vamos construindo nossa história alimentar, com alguns alimentos que têm um significado emocional, familiar ou que nos traz memórias preciosas. Negociar estes prazeres, associando-os a uma alimentação saudável faz parte do processo de transformação que é a reeducação alimentar.

CONQUISTE SEU ESTILO SAUDÁVEL DE VIVER  

Mudar hábitos não é fácil, mas é possível, sim. Essa mudança deve ser entendida como um processo, com erros, acertos, novos erros e novos acertos, em busca do equilíbrio, sem preconceitos ou culpas sobre o que se come, apostando no bem-estar e no prazer.

A alimentação não deve ser imposta como um cardápio fixo e sem alterações. Antes, ela deve compreender um conjunto de alimentos saudáveis que dão prazer, que estejam culturalmente ligados ao indivíduo, como por exemplo, aquele bolo feito pela avó desde criança. Tudo isso com o equilíbrio necessário e, claro, com muito bom senso.

O processo de reeducação alimentar começa com uma entrevista sobre os hábitos alimentares da pessoa, bem como os tabus e informações que norteiam sua alimentação. Deve ainda conter informações sobre possíveis intolerâncias alimentares e doenças associadas. Muito importante também é o nutricionista dispor de informações sobre o estado emocional do indivíduo para que tenha subsídios para apoiá-lo durante o processo.

Dados antropométricos como peso, altura, medidas cutâneas, que informam a quantidade de gordura e massa magra, bem como dados laboratoriais, também são instrumentos importantes que fornecem subsídios para o acompanhamento da modificação dos hábitos alimentares.

E por último, mas não menos importante, é a freqüência das consultas, para que seja possível um apoio eficaz, tornando o processo o mais suave possível para quem que se propõe a mudar esse aspecto fundamental dandamental opõe a mudar us das vida: a alimentação.

NÃO ESPERE MAIS: VENHA MUDAR SUA VIDA!

No consultório, ao longo do processo de reeducação, ministro mini-aulas de fisiologia, anatomia e valor nutricional de cada alimento, para que este conhecimento fique sedimentado e o indivíduo leve esse presente para o resto de sua vida. Afinal, existe maior presente que podemos nos dar do que uma nutrição adequada, garantindo assim uma boa saúde?


Hevoise Fátima Papini
Nutricionista - CRN3:7466